uma opinião bastante interessante.
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
A não perder

Aos pais, professores e a quem lida com pré-adolescentes e adolescentes.
Mas se não se enquadrar nestas categorias, vai, de certeza, lembrar-se das suas inseguranças, atrapalhações e de como o muito está tão perto do pouco.
A mim, arrancou-me umas boas gargalhadas, e já sei a quem vou oferecer este livro.
Há personagens extraordinárias

e esta é uma delas, tal como é o Emile do Ratatouille, o Scrat do Ice Age, o Kowalski do Madagáscar e muitos outros de carne e osso. Admiro-os pelas suas características de personalidade que cada vez são menos a hipérbole de personagens que me rodeiam e mais um retrato quase fiel.
Inauguro hoje uma etiqueta dedicada a personagens da ficção de filmes.
Bairrismos
Entrevista a um espectador de(o) Paços de Ferreira , antes do jogo da taça de Portugal:
Jornalista: Então como acha que vai ser o jogo?
Espectador: O Paços vai ganhar.
Jornalista: E se não ganhar?
Espectador: Se não ganhar não faz mal. O taça vai para o Norte e isso é que é importante.
Há quem chama a isto convivência saudável num dia de festa, eu chamo bairrismo doentio e tacanho.
Jornalista: Então como acha que vai ser o jogo?
Espectador: O Paços vai ganhar.
Jornalista: E se não ganhar?
Espectador: Se não ganhar não faz mal. O taça vai para o Norte e isso é que é importante.
Há quem chama a isto convivência saudável num dia de festa, eu chamo bairrismo doentio e tacanho.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Gonzo
Fiz um daqueles testes que andam por aí, na net, sobre personagens do Muppet Show que nós nos assemelhamos e saiu-me aqui o gonzo... só se for por estar sempre rodeado de bicharada. :)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Séries
jorge a. , como sabe que gosta bastante de cinema e séries, desafiou-me a eleger quinze séries inesquecíveis. Não elegi quinze mas sim dezasseis pois não consegui reduzir.
Estas séries marcaram-me de alguma forma e faziam-me parar para as ver e deliciar-me.
Aqui vão, sem ordem:
1 - Allo! Allo!;
2 - M*A*S*H;
3 - Espaço 1999;
4 - The Love boat;
5 - Buck Rogers;
6 - ER;
7 - Grey's Anatomy
8 - Cheers;
9 - CSI;
10 - The Muppet Show;
11 - Mac Gyver;
12 - Mission: Impossible;
13 - Les Galapiats;
14 - Prison Break;
15 - Twin Peaks;
16 - The L Word.
Quem quiser, apanhe o desafio
Estas séries marcaram-me de alguma forma e faziam-me parar para as ver e deliciar-me.
Aqui vão, sem ordem:
1 - Allo! Allo!;
2 - M*A*S*H;
3 - Espaço 1999;
4 - The Love boat;
5 - Buck Rogers;
6 - ER;
7 - Grey's Anatomy
8 - Cheers;
9 - CSI;
10 - The Muppet Show;
11 - Mac Gyver;
12 - Mission: Impossible;
13 - Les Galapiats;
14 - Prison Break;
15 - Twin Peaks;
16 - The L Word.
Quem quiser, apanhe o desafio
terça-feira, 12 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
É que nem a ferros
... as palavras me saem. Sempre fui de poucas palavras. Sempre tive mais facilidade em me expressar por escrito do que oralmente. A minha falta de eloquência é significativa como primeira impressão. Aos poucos vou falando, quando a imagem do corpo da pessoa que está à minha frente começa a ficar transparente e quando a essência se mostra quase corpórea. Uma substituição e alternância da matéria.
Mas agora, nem por escrito lá vou. Não me apetece. Outros dias virão. Se não, não faz mal.
Mas agora, nem por escrito lá vou. Não me apetece. Outros dias virão. Se não, não faz mal.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Um teaser

Reparem só na selecção de filmes que vão estar este ano, em competição, em Cannes
Pedro Almodovar - Broken Embraces
Andrea Arnold - Fish Tank
Jacques Audiard - Un Prophete
Marco Bellocchio – Vincere
Jane Campion - Bright Star
Xavier Giannoli – A L'Origine
Isabel Coixet – Map of the Sounds of Tokyo
Michael Haneke - The White Ribbon
Ang Lee – Taking Woodstock
Ken Loach – Looking for Eric
Lou Ye - Spring Fever
Brillante Mendoza – Kinatay
Gaspar Noe – Enter The Void
Park Chan-Wook – Thirst
Alain Resnais – Les Herbes Folles
Elia Suleiman – The Time That Remains
Quentin Tarantino - Inglourious Basterds
Johnnie To – Vengeance
Tsai Ming-liang – Face
Lars Von Trier – Antichrist
domingo, 26 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Aos mortos vivos do Tarrafal
Ao cabo de Cabo Verde
dobrado o cabo da guerra
quando o mar sabia a sede
e o sangue sabia a terra
acabou por ser mais forte
a esperança perseguida
porque aconteceu a morte
sem que se acabasse a vida.
Ao cabo de Cabo Verde
no campo do Tarrafal
é que o futuro se ergue
verde-rubro Portugal
é que o passado se perde
na tumba colonial,
ao cabo de Cabo Verde
não morreu o ideal.
Entre o chicote e a malária
entre a fome e as bilioses
os mártires da classe operária
recuperam suas vozes.
E vêm dizer aqui
do cabo de Cabo Verde
que não morreram ali
porque a esperança não se perde.
Bento Gonçalves torneiro
ainda trabalhas o ferro
deste povo verdadeiro
sem a ferrugem do erro.
Caldeira de nome Alfredo
fervilham no teu caixão
contra o ódio e contra o medo
gérmens de trigo e de pão.
E tu também Araújo
e tu também Castelhano
e também cada marujo
que morreu a todo o pano.
Todos vivos! Todos nossos!
vinte trinta cem ou mil
nenhum de vós é só ossos
sois todos cravos de Abril!
No campo do Tarrafal
no sítio da frigideira
hasteava Portugal
a sua maior bandeira.
Bandeira feita em segredo
com as agulhas das dores
pois o tempo do degredo
mudava o sentido ás cores:
o verde de Cabo Verde
o chão da reforma agrária
e o Sol vermelho esta sede
duma água proletária.
Do cabo de Cabo Verde
chegam tão vivos os mortos
que um monumento se ergue
para cama dos seus corpos.
Pois se o sono é como o vento
que motiva um golpe de asa
é a vida o monumento
dos que voltaram a casa.
José Carlos Ary dos Santos
(poema feito quando da trasladação para Portugal dos restos mortais dos 32 resistentes mortos no Tarrafal)
Um dos maiores erros cometidos é pensar que, na História, os erros não se repetem.
dobrado o cabo da guerra
quando o mar sabia a sede
e o sangue sabia a terra
acabou por ser mais forte
a esperança perseguida
porque aconteceu a morte
sem que se acabasse a vida.
Ao cabo de Cabo Verde
no campo do Tarrafal
é que o futuro se ergue
verde-rubro Portugal
é que o passado se perde
na tumba colonial,
ao cabo de Cabo Verde
não morreu o ideal.
Entre o chicote e a malária
entre a fome e as bilioses
os mártires da classe operária
recuperam suas vozes.
E vêm dizer aqui
do cabo de Cabo Verde
que não morreram ali
porque a esperança não se perde.
Bento Gonçalves torneiro
ainda trabalhas o ferro
deste povo verdadeiro
sem a ferrugem do erro.
Caldeira de nome Alfredo
fervilham no teu caixão
contra o ódio e contra o medo
gérmens de trigo e de pão.
E tu também Araújo
e tu também Castelhano
e também cada marujo
que morreu a todo o pano.
Todos vivos! Todos nossos!
vinte trinta cem ou mil
nenhum de vós é só ossos
sois todos cravos de Abril!
No campo do Tarrafal
no sítio da frigideira
hasteava Portugal
a sua maior bandeira.
Bandeira feita em segredo
com as agulhas das dores
pois o tempo do degredo
mudava o sentido ás cores:
o verde de Cabo Verde
o chão da reforma agrária
e o Sol vermelho esta sede
duma água proletária.
Do cabo de Cabo Verde
chegam tão vivos os mortos
que um monumento se ergue
para cama dos seus corpos.
Pois se o sono é como o vento
que motiva um golpe de asa
é a vida o monumento
dos que voltaram a casa.
José Carlos Ary dos Santos
(poema feito quando da trasladação para Portugal dos restos mortais dos 32 resistentes mortos no Tarrafal)
Um dos maiores erros cometidos é pensar que, na História, os erros não se repetem.
P J Harvey e John Parish
quinta-feira, 23 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
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