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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sem comentários


tirado daqui

terça-feira, 2 de junho de 2009

A escola e a criatividade (2)

A escola e a criatividade (1)

uma opinião bastante interessante.

domingo, 31 de maio de 2009

Bairrismos

Entrevista a um espectador de(o) Paços de Ferreira , antes do jogo da taça de Portugal:

Jornalista: Então como acha que vai ser o jogo?

Espectador: O Paços vai ganhar.

Jornalista: E se não ganhar?

Espectador: Se não ganhar não faz mal. O taça vai para o Norte e isso é que é importante.

Há quem chama a isto convivência saudável num dia de festa, eu chamo bairrismo doentio e tacanho.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Aos mortos vivos do Tarrafal

Ao cabo de Cabo Verde
dobrado o cabo da guerra
quando o mar sabia a sede
e o sangue sabia a terra
acabou por ser mais forte
a esperança perseguida
porque aconteceu a morte
sem que se acabasse a vida.

Ao cabo de Cabo Verde
no campo do Tarrafal
é que o futuro se ergue
verde-rubro Portugal
é que o passado se perde
na tumba colonial,
ao cabo de Cabo Verde
não morreu o ideal.

Entre o chicote e a malária
entre a fome e as bilioses
os mártires da classe operária
recuperam suas vozes.
E vêm dizer aqui
do cabo de Cabo Verde
que não morreram ali
porque a esperança não se perde.

Bento Gonçalves torneiro
ainda trabalhas o ferro
deste povo verdadeiro
sem a ferrugem do erro.

Caldeira de nome Alfredo
fervilham no teu caixão
contra o ódio e contra o medo
gérmens de trigo e de pão.

E tu também Araújo
e tu também Castelhano
e também cada marujo
que morreu a todo o pano.

Todos vivos! Todos nossos!
vinte trinta cem ou mil
nenhum de vós é só ossos
sois todos cravos de Abril!

No campo do Tarrafal
no sítio da frigideira
hasteava Portugal
a sua maior bandeira.

Bandeira feita em segredo
com as agulhas das dores
pois o tempo do degredo
mudava o sentido ás cores:
o verde de Cabo Verde
o chão da reforma agrária
e o Sol vermelho esta sede
duma água proletária.

Do cabo de Cabo Verde
chegam tão vivos os mortos
que um monumento se ergue
para cama dos seus corpos.
Pois se o sono é como o vento
que motiva um golpe de asa
é a vida o monumento
dos que voltaram a casa.


José Carlos Ary dos Santos
(poema feito quando da trasladação para Portugal dos restos mortais dos 32 resistentes mortos no Tarrafal)


Um dos maiores erros cometidos é pensar que, na História, os erros não se repetem.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

terça-feira, 24 de março de 2009

Sai de mota do armário


Quem tiver mota, este ano pode participar na marcha do orgulho LGBT, desfilando na sua duas rodas. É vê-l@s tod@s, montadas naqueles assentos pretos, chei@as de cabedal e com capacetes reluzentes! Não vou perder por nada.
Mais informações em Sai de mota do armário.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Estou feliz...

... pois os meus alunos são daqueles que só ladram, ainda não mordem.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Filme para hoje



Saïd (Kais Nashef) e Khaled (Ali Suliman) são amigos de infância. São palestinianos vivendo na margem ocidental da cidade de Nablus, na Cisjordânia. Trabalham como mecânicos e, como muitos jovens em muitos países, buscam um sentido para a sua vida. Esse sentido é-lhes trazido por um grupo terrorista que os designa para efectuarem um atentado suicida em Tel Aviv no dia seguinte, como retaliação por um anterior ataque israelita. O seu compromisso com a causa já vem de trás e nenhum deles hesita.

“Paradise Now” é tanto sobre razões como sobre dúvidas. Sobre o encontrar um sentido para a existência, a escolha de pessoas que não têm nada a perder, e sobre a frustração de poder não corresponder às expectativas. Mas é também um filme sobre a frieza e as promessas daqueles que enviam estes mártires.

Curiosidade: “Paradise Now” foi filmado em Nablus, com mísseis israelitas a caírem durante os 25 dias de filmagem. Numa cena em que se ouve uma explosão, todos agem como se isso já fizesse parte do seu quotidiano, sem tumulto.

Fonte: Cinerama

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ausência

A pouca frequência com que escrevo aqui, neste espaço, deve-se a uma sobrecarga de trabalho, não só devido à burocracia que, todos os dias, me acena sem tréguas mas sobretudo devido ao facto de no presente ano lectivo leccionar 4 diferentes níveis para além das áreas curriculares não disciplinares que vêm sempre por acréscimo.
Esta será a primeira e última vez que me vou queixar do imenso trabalho. E só o estou a fazer para justificar esta ausência.
Mas não pensem que é só trabalho. O tempo que tenho disponível aproveito para namorar, ler e ver alguns filmes. Tenho que saber gerir o tempo disponível.
Gostava de ter algum tempo para partilhar a minha opinião sobre os filmes que tenho visto, mas nem isso.
Resta-me fazer algumas sugestões com poucas palavras.

domingo, 12 de outubro de 2008


(c)Antero Valério

Ao que chegamos e ao que chegaram as escolas. Já não tenho colegas, tenho pessoas que vão competir comigo por uma nota para subir de escalão. Se nunca estivemos juntos, porque nos querem separar agora?

Qualquer dia ... talvez



foto daqui

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Hipócritas de merda!

País de faz de conta.
Metam as declarações de voto no ...

domingo, 28 de setembro de 2008

Chocante mas necessário

Por natureza, os animais não desistem, por isso, não vamos nós desistir e vamos todos dar o nosso contributo para que este Planeta possa voltar ao equilíbrio. Afinal, este é o único que conhecemos.

sábado, 6 de setembro de 2008

Sugestão


Uma ATM em cada escola.
Parece que o governo aumenta as medidas de segurança à medida que estas máquinas vão sendo assaltadas. Foi assim com os tribunais e com os postos de gasolina.

domingo, 31 de agosto de 2008

Voltei ...



... completamente apaixonada!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Mald'çoados...

... relatórios que hoje ainda não me deixaram sair de casa!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Totalmente contra


quinta-feira, 3 de julho de 2008

Minhas queridas


O meu telemóvel pifou de vez e junto com a sua alminha foram os contactos dos últimos dois anos. Ora, uma vez que estes foram bastante profícuos em novos conhecimentos, escusado será dizer que a perda foi grande.
Assim, se eu tinha o vosso número, mandem-mo de novo, por email, por messenger ou por sms. Para esta última opção, por favor assinem a mensagem.
Se por acaso até nem vos apetece que eu tenha o vosso contacto, aproveitem agora e façam de conta que nem sabiam de nada. :)

Beijos

Nota: Vou começar a usar mais vezes este blogue para fazer anúncios. Gostei.